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| ECOTURISMO Fonte: Equipe de Jornalismo Girus.com.br Ecoturismo é
uma atividade muito recente no BrasiI e de acordo com Seabra (2001), começou
a ser implantada no Brasil na década de 1980. Segundo a Embratur (1994): Para a The Ecoturism Society, uma organização
conhecida internacionalmente em função de sua atuação
no desenvolvimento do setor, existe outra definição: Segundo Seabra (1999), o ecoturismo é
o segmento turístico que proporcionalmente mais cresce no mundo,
em virtude da divulgação massiva dos lugares exóticos
e da exaustão sofrida pelo turismo convencional. No âmbito
global, enquanto o turismo convencional cresce 7,5% ao ano, o ecoturismo
aumenta em torno de 25% no mesmo período. No Brasil o ecoturismo é uma atividade
que possui grande potencial de crescimento. A biodiversidade brasileira,
o imenso comprimento da costa litorânea, os inúmeros ecossistemas
preservados, com características singulares no contexto mundial,
colocam o país como um dos maiores destinos para o turismo ecológico
no mundo. Para Seabra (1999), em decorrênia
de seus atrativos naturais, estima-se que 500 mil pessoas pratiquem o
ecoturismo no Brasil, gerando emprego para 30 mil trabalhadores, por intermédio
de cinco mil empresas e instituições privadas. O desenvolvimento da atividade ainda é
inexpressiva se compararmos os recursos naturais disponíveis em
território brasileiro e o recurso de países como o Quênia
e a Costa Rica que no início dos anos 90 contabilizaram respectivamente
500 milhões e 300 milhões de dólares através
de receitas originadas na atividade ecoturística. (Lindberg &
Hawkins, 1995, p.18). Apesar do enorme potencial ecoturístico
brasileiro, pouco tem sido feito para desenvolver a atividade. O crescimento
da atividade tem se dado espontaneamente através da oferta de serviços
ecoturísticos por empresas pouco envolvidas com os preceitos fundamentais
do ecoturismo e também por ecoturistas inconscientes de seu fundamental
papel na conservação da natureza e fortalecimento da cultura
e da economia das localidades visitadas. Em função disso tem-se observado a massificação das viagens ecoturísticas que passam a apresentar características das viagens convencionais e assim passam também a promover o desenvolvimento de alguns dos maiores problemas relativos a exploração do turismo em larga escala, isto é, a destruição dos recursos naturais e culturais, o aculturamento, a inflação nos preços dos produtos nas comunidades receptoras, o aumento do desemprego nestas áreas, devido a sazonalidade da demanda de turistas e inúmeros outros fatores incondizentes com o desenvolvimento sustentável que rege a exploração da atividade ecoturística. Leia Mais em:
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